quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Museus e Inclusão Social?

Gabriela Aidar nos apresenta em seu texto uma relação entre os museus e a inclusão social. Começando com a apresentação da ideia inicial de museus e seu papel na sociedade, ela avança mostrando um paradigma sobre a inclusão social. E como não se é possível falar de inclusão sem falar de exclusão, Gabriela nos apresenta certos fatores exclusivos na segunda parte do texto. Ela cita a exclusão de sistemas políticos, de mercado de trabalho e assistência social e, ainda, de elos familiares e comunitários. Avançando mais ainda dentro do tema, a autora nos apresenta um papel que os museus desconhecem (ou se conhecem, não se importam tanto assim): o de ser uma ferramenta para a inclusão social.

Esse é um dos assuntos mais tratados nas aulas do curso e mesmo que a disciplina não tenha, absolutamente, nada a ver com o assunto, ele sempre vem à tona. Não considero isso ruim, porque somos naturalmente preconceituosos e aceitar e praticar o que é apresentada por Aidar ainda é um caminho truculento. O papel do museu em ser essa ferramenta que inclui à sociedade um sujeito esquecido ou discriminado não deveria ter de ser apresentado aos museus ou lembrados em sala de aula porque nunca deveria ter sido deixado de lado ou esquecido. A elitização da cultura é a maior burrice que se pode cometer, porque como elitizar o que é de todos, uma cultura que acontece sem controle? Aqui entramos em outras discussões, por falar nisso.

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