Gabriela Aidar nos apresenta em seu texto uma relação entre os museus e a inclusão social. Começando com a apresentação da ideia inicial de museus e seu papel na sociedade, ela avança mostrando um paradigma sobre a inclusão social. E como não se é possível falar de inclusão sem falar de exclusão, Gabriela nos apresenta certos fatores exclusivos na segunda parte do texto. Ela cita a exclusão de sistemas políticos, de mercado de trabalho e assistência social e, ainda, de elos familiares e comunitários. Avançando mais ainda dentro do tema, a autora nos apresenta um papel que os museus desconhecem (ou se conhecem, não se importam tanto assim): o de ser uma ferramenta para a inclusão social.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
God Damn it: Objeto Gerador em Mapa Conceitual
Não me pergunte. O assunto mais interessante eram os tais de objetos geradores e o que eles fazem com a nossa cabeça. Gostei de fazer esse, porque o texto é bacana, fluiu naturalmente e o senhor Ramos (não o açougueiro, por favor) não enrola, não usa palavras difíceis e nem conceitos impossíveis. Eis que descubro hoje que o prazo para enviar o mapa conceitual foi estendido. Preciso dizer que comemorei a minha falta de juízo e imensa presença de sorte?
domingo, 2 de outubro de 2011
Queen B nas escadas do Met
Faz tempo que eu não faço um post cult (ou inútil, para alguns), então hoje eu trouxe a maior bitch dos seriados americanos e o Museu de Arte de Nova Iorque. Blair Waldorf é uma personagem da série de televisão americana Gossip Girl, que estreiou sua quinta temporada há uma semana. Blair é filha de uma das mais respeitadas estilistas de NY e durante o High School se torna a Abelha Rainha da escola. Uma trama que, aparentemente, se mostra fútil e superficial, mas que sabe aprofundar o psicológico das personagens quando disposta a isso. O tema do post é a relação de Blair com as escadas do MET, lugar preferido da Queen B e de suas súditas para mostrar a todos quem é que manda no pedaço.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Holy Shit: Mapa Conceitual em Mapa Conceitual
Eu prometi para mim mesma que essa semana eu faria os mapas conceituais pedidos em aula, mesmo que os ditos já não valessem mais nada como avaliação. A coisa foi simples, a única dificuldade foi o CMAP que, aparentemente, não gostou do meu computador e não salvava arquivos nem sob tortura. Tudo bem, nessas horas sempre tem o print para nos ajudar.
sábado, 10 de setembro de 2011
Scream for me!
Post mais com a minha cara hoje, não tem.
Humor? Péssimo.
Então, aguenta Ozzy Osbourne assustando criancinhas no Madame Tussauds.
Lovely.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O Novo Preto, Ulpiano e Mercado
Balançar a cabeça, concordando, e olhar para a professora com ar de compreensão era o novo preto para mim. O que eu menos queria era ter que comentar alguma coisa, ler alguma coisa, participar de alguma coisa... Não me entenda mal, eu ainda não quero, mas a coisa parece ter ficado um pouco mais leve. Porque eu ainda não quero participar de discussões calorosas? Sabe como um pinguim se sente em terras tupiniquins? Poisé, imagine um pinguim chamado Mariana Bortoletti em meio ao calor de uma discussão sobre educação e patrimônio.
domingo, 28 de agosto de 2011
Doctor Who Exhibition
Em comemoração ao tema mais amplo do Pelos Lábios de Polímnia, eu resolvi fazer um post sobre algo que enche o coração atualmente e que me distrai de outras tantas coisas, me fazendo querer viver apenas disso. Não, eu não falo de Garrett Hedlund ou de As Crônicas de Gelo e Fogo; eu falo da série de televisão considerada pelo livro dos recordes como a mais longa série já existente. Eu falo de Doctor Who.
sábado, 27 de agosto de 2011
Blog Pessoal + Disciplina da Faculdade
Então, aqui eu confesso que não entendi a utilidade de um blog pessoal como avaliação de uma disciplina, mas não reclamo disso, porque eu uso blogs desde que tinha quinze anos, então isso não é problema para mim. O que vai ser difícil é me segurar e não falar sobre qualquer coisa aqui. Sim, mesmo que este tenha que ser um blog pessoal, eu já alimento o Cometa de Ideias com as coisas que passam pela minha cabeça; é mais fácil e é muito mais informal e acolhedor. Polímnia é uma musa bacana, eu gostei dela, simplesmente por ser a guardiã da narrativa. Eu não faço segredo sobre ser uma escritora (querer ser uma?) e ela me fascinou.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
A tão temida Educação Patrimonial
Entrei na sala de aula, temendo qualquer coisa que pudesse sair dali.
São poucas as coisas com as quais eu realmente me identifico dentro da Museologia e posso afirmar que Educação patrimonial e educação em geral, definitivamente, não são campos de interesse. Durante algum tempo, enquanto eu pesava se ia para as Letras ou se continuava na Ciência da Informação, tentei me imaginar dando aulas a frente de uma turma de ensino médio e não aconteceu. Também tentei me imaginar a frente de uma turma de mediação com todos aqueles rostos em mim esperando que eu errasse alguma coisa ou engasgasse... Eu tenho uma experiência com mediação, mas não existe comparação.
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